terça-feira, 27 de dezembro de 2011

A dificil tarefa de julgar

A difícil tarefa de julgar
Uma das características do ser humano é emitir julgamentos o tempo todo. Toda vez que conhecemos algo ou alguém, nos apressamos em criar um juízo tentando avaliar qualidades, defeitos e, principalmente, as intenções. Para tanto, usamos a percepção que é construída a partir de como ‘sentimos’ as coisas e as pessoas.

O problema é que somos, sem exceção, maus juízes; pelo menos enquanto não juntamos todos, ou ao menos quase todos, os elementos necessários para concluir com mais qualidade o que pensamos e o que sentimos sobre as outras pessoas e sobre determinada situação. E isso não é fácil, principalmente porque os julgamentos, quando precipitados, tendem a ser emocionais, relegando a razão a uma segunda instância. E quando, ao contrário, tentamos ser racionais demais, também erramos, pois passamos a desconsiderar valores humanos importantes na composição da pessoa integral...

Mas não se culpe, a psicologia nos explica que julgar pelas aparências é normal. A primeira análise que fazemos de uma pessoa ou de uma situação é aquela que busca defender nossa integridade física, portanto é uma análise puramente instintiva. Nosso cérebro primitivo sempre grita ‘cuidado’ diante do desconhecido, principalmente se sua estética não for parecida com a nossa ou com o padrão que apreciamos. A segunda análise é emocional e apenas em terceira instância fazemos um exame racional.

Por isso, dê sempre um tempo antes de emitir um juízo de valor e tenha consciência de que eles nunca serão completamente fidedignos.


(Eugênio Mussak – Uma coisa de cada vez – Ed. Gente)

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Você já ouviu ou falou a frase: todo mundo erra.

Essa afirmativa está correta, porque na terra, ninguém é perfeito. A perfeição é o objetivo que todos nos alcançaremos um dia, tenha calma, paciência; nada se consegue fácil, não é mesmo? As vezes mesmo tentando acertar cometemos erros, tentando ajudar, tentando querer fazer mais do que sua capacidade...
Tudo isso é fácil de entender, e mais fácil ainda é tentar justificar seus erros, com a desculpa da imperfeição. Admita que todo mundo erra e aceite os erros dos outro, Não pense nos motivos dos erros, e sim que todos nos erramos. Temos os nossos motivos para cada erro, so que as vezes  nos julgam sem saber os motivos,  entenda o seu erro, se possível conserte, mas so se você tiver a certeza que não vai cometer outro erro, na tentativa de consertar.
Tente entender os outros, assim você evita alguns dos seus erros. Saiba que ninguém é perfeito, e se ninguém é perfeito porque ninguém entende as imperfeições dos outros, se liga, não é so você que erra, todo mundo erra, ninguém é perfeito. Eu sei que quando a gente erra nos sentimos sem motivação, um desanimo horrível, mas é a vida, e a vida é uma escola, mas essa escola é a que nos ensina com é difícil viver, como aproveitar cada momento da vida, é nela que se erra que se aprende errando, porque foi ela que ensinou a você que é com os erros que se aprende, o erro é uma matéria de extrema importância nessa escola!
Sabe de uma coisa? Deixa o ontem pra La, ontem é passado, e o amanhã não nos cabe saber, porque amanha já pode ser tarde, se tiver que dizer um eu te amo, me perdoa , eu desculpo, pode ser tarde amanhã, pra dizer: “desculpa, eu errei!”, o seu amor amanha pode não ser mais útil como hoje, o tempo já vai ter perdoado outras magoas, mas não a que você deixou pra amanhã.
Levante a cabeça depois de um erro, peça desculpa a quem você magoou, se por acaso não tiver coragem de pedir desculpas, simplesmente dá tempo ao tempo !